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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Bicarbonato de sódio, alcalinização e a saúde humana.

Livre pensar é só pensar!
Para não desligar os neurônios.
 
         Alcalinização Milagrosa



               Bicarbonato x Câncer: esta é surpreendente!

Nossos corpos albergam uma grande quantidade de bactérias e fungos que vivem, crescem e sobrevivem em harmonia quando estamos comendo e vivendo saudavelmente.

Porém, podem tornar-se altamente daninhos quando o meio onde vivem se altera.
A alteração desse meio é fomentada por dietas altas em açúcar ou em hidratos de carbono, também por água e ar contaminados, ou pela destruição de nossa flora intestinal causada pelo uso de antibióticos ou outros medicamentos (quimioterapia).

As bactérias e fungos se alimentam das mesmas substâncias de que se alimenta o nosso cérebro. Quando ingerimos em excesso alimentos ricos em glucose, também estamos alimentando em excesso às bactérias e fungos que crescem e se multiplicam desproporcionadamente.

O consumo de substâncias por parte dessa excessiva população desproporcionada provoca que o cérebro não receba suficiente alimento, e como o cérebro é quem manda, imediatamente emite as ordens reclamando sua ração.
Aí é quando sentimos a urgência de correr para ingerir algo doce, ou hidratos de carbono (se convertem em glucose), ou álcool.

Começa assim o círculo vicioso:
1. ao ingerir mais, cresce a provisão de açúcares,
2. e com ele cresce a multiplicação de bactérias e fungos,
3. e essa população em crescimento reclama mais alimentos
4. e sentimos a necessidade de ingerir mais,
5. e mais, e mais, e mais…..

Sucede que assim como as bactérias e fungos obtêm seu alimento de nosso sangue, também jogam nele seus desperdícios, toxinas que tornam cada vez mais ácido o meio e com o tempo chegam a “envenenar” os tecidos.

Para poder processar as toxinas, o fígado as converte em álcool (ácido) e esse excesso de álcool em nosso organismo, produz uma sensação como a de estar bêbado… mareado, desorientado, mentalmente confundido.

A acumulação excessiva de bactérias e fungos reduz a provisão de potássio e magnésio do corpo com a consequente redução da energia celular que provoca fadiga em excesso, redução das forças e da clareza de pensamento, acaba o entusiasmo, a ambição, a estamina; causa a liberação de radicais livres os quais são coadjuvantes do processo de envelhecimento.

Outros sintomas de acumulação de bactérias e fungos são os ataques de pânico, ansiedade, depressão, irritabilidade, dores de cabeça, dores nas articulações, inflamação nas vias respiratórias, sinusite, stress glandular e problemas menstruais.

Através de diferentes estudos científicos (Dr. Gunther Enderlein, Alemanha, Dr. Robert Young, USA, Dr. Federico Ituarte, Argentina e outros), analisando as células vivas do sangue, se observou formas de bactérias que vivem em nosso organismo (algumas inclusive trabalham ajudando o corpo), dependendo do meio em que se desenvolvem, as vezes cresciam e se alargavam tornando-se patógenas.

Em alguns casos, mudando de “bactéria” a “fungo”.

Muitos estudos científicos coincidiram em que as bactérias e fungos podem chegar a causar enfermidades quando se lhes permite desenvolver-se em um terreno doentio(ácido).

Pouco sabemos porém… a acidez no pH dos tecidos de nosso corpo deve ser o selo distintivo do câncer e de outros desequilíbrios da saúde tais como: enfermidades cardiovasculares, problemas cerebrovasculares, patologias dos rins, transtornos inflamatórios e enfermidades do pulmão.
Obs.: Antes de começarmos a falar sobre a influência do pH sobre o corpo humano, devemos explicar o que é o pH.O pH (potencial hidrogeniônico) é um índice que mede - por meio da quantidade de íos de hidrogênio presente e outros indicadores como cor - a acidez, alcalinidade ou neutralidade de qualquer ser vivo ou até ambiente, podendo variar em uma escala de 0 a 14, tendo como mais ácidas as substâncias que atigem um valor menor que 7, neutras as substância com pH igual a 7 e alcalinas, ou básicas, as substâncias são as que têm valor maior que 7. 

E formula os seguintes postulados:

1) As células saudáveis são alcalinas.
2) Um ambiente ácido contêm menos oxigênio que um ambiente alcalino.
3) As células saudáveis morrem em um ambiente ácido, enquanto que as células cancerosas morrem em um ambiente ALCALINO.

Sugere que todo tratamento contra o câncer deveria começar mudando o ambiente ácido por um ambiente alcalino.

O investigador Sang Whang, com 50 anos de experiência no estudo do balanço ácido–alcalino, sustenta que:
 É o excesso de ácido em nosso corpo que cultiva o câncer.

O Dr. Robert O. Young, atualmente o microbiólogo mais reconhecido a nível mundial concorda com muitos cientistas de que: “A Enfermidade é a expressão de um excesso de ácidos no corpo humano”. Robert O.Young é Doutor em Medicina, Microbiologia e Nutrição. Há 30 anos realizando análises de sangue, sua investigação sobre o câncer foi validada por um estudo científico britânico.

Diariamente, atende a 14 pacientes em seu Centro “Milagroso pH” localizado perto de San Diego, CA. Seu protocolo de “Estilo de Vida Alcalino” conta com 100% de efetividade em quem o aplicou e conseguiu reverter um sem número de enfermidades metabólicas.

Dr. Young, criador do conceito da “Nova Biologia”, é autor de reconhecidos best sellers: “El Milagroso pH”, “Enfermo y Cansado”, “El Milagroso pH para Diabetes”, “El Milagroso pH para Perder Peso” e “El Milagroso pH para el Cancer”

Como cada dia mais cientistas, o Dr. Robert O. Young sustenta que:
“Nosso organismo fabrica e utiliza bicarbonato de sódio como um sistema natural para manter o desenho alcalino para prevenir a degeneração do tecido “(recordemos o característico sabor do bicarbonato que muitas vezes sentimos na boca, antes do vômito) “A hiper-alcalinização dos tecidos corporais com bicarbonato de sódio é a maneira mais segura, eficaz e natural para freiar qualquer condição cancerosa e muitas enfermidades e processos inflamatórios”

Por anos, o Dr.Tullio Simmoncini, oncólogo italiano, esteve tratando o câncer e destruindo tumores mediante o uso de bicarbonato de sódio.
Dr. Simmoncini manifesta;

“O bicarbonato de sódio é um remédio seguro, extremamente barato e inegavelmente efetivo quando se trata de tecidos cancerosos”.

A maioria de nós iniciamos nossas vidas como seres sãos. Conforme envelhecemos, e em grande parte por causa de nossos estilos de vida pouco saudáveis, bactérias e fungos se acumulam constantemente em nosso organismo, rompendo o equilíbrio saudável em um círculo vicioso cada vez mais grave.
As bactérias e fungos envenenam, estressam e debilitam nosso sistema imunológico. Está comprovado que a maioria das enfermidades imunológicas e condições infecciosas, são causadas ou pioradas pela presença de bactérias e fungos.

O Dr. Robert Young manifesta:
Uma adequada provisão destes quatro sais de bicarbonato é a melhor proteção contra o envelhecimento e toda enfermidade, incluindo o câncer. Melhoram o rendimento atlético e ao melhorar a saúde em geral, melhoram também o estado de ânimo e as energias.

“Durante anos tenho observado o impacto que provoca aquilo que ingerimos no delicado balanço do pH de nosso sangue.

Através de minhas investigações comprovei que a combinação de 4 maravilhosos sais de bicarbonato (sódio, magnésio, potássio e cálcio) ocorre naturalmente em todos os fluidos de um corpo são, com o propósito de manter o balanço alcalino-ácido natural e atuando como anti-oxidantes que retardam o processo de envelhecimento.

“Durante os recentes jogos olímpicos em Beijing, vários dos principais atletas melhoraram seu rendimento e inclusive romperam alguns records, ingerindo 1 colher de bicarbonato de sódio”

Para frear o envelhecimento e recuperar a saúde é necessário reverter o dano do ácido nas células mediante uma dieta alcalinizante.

É hora de fazer as mudanças necessárias em nosso estilo de vida para que nosso corpo volte a um estado de equilíbrio e harmonia.

Beba ao menos um litro de água por dia ao qual tenha agregado uma colher de sopa de bicarbonato de sódio. Isto ajudará a enxugar seu sistema e a liberá-lo da acidez acumulada.

Para reverter casos de pneumonia, asma, sinusite, faça nebulizações de água com duas gotas de bicarbonato de sódio líquido, 2 ou 3 vezes por dia.

Para prevenir a acumulação de bactérias na boca, faça bochechos com uma mistura de uma colher de chá de bicarbonato de sódio em um copo d’água.

Para eliminar os resíduos químicos de seu cabelo, agregue uma colherinha de bicarbonato de sódio a seu frasco de shampoo.

Para combater os efeitos de uma ingesta ácida, beba antes ou depois da mesma, um copo d’água com uma colher de chá de bicarbonato de sódio e que sejam 2 colheres se se excedeu com o álcool.
(Tradução para o português)
 É VERDADEIRA PREVENÇÃO Tome seu bicarbonato de sódio todos os dias.

De acordo com Dr. Robert O. Young: “se mantemos nosso corpo com um pH alcalino entre 7.3 e 7.4 nos manteremos livres de enfermidades”

domingo, 22 de abril de 2012

Qual a melhor maneira de resolver um problema no trabalho?


Você pode ler esse título e pensar: “mas isso varia de caso para caso” ou “como assim uma pesquisa vai me dizer como resolver um problema no meu trabalho?”.
Estudos desse tipo envolvem muitas pessoas, e indicações de padrões testados que funcionam sempre são sempre válidas.
No caso desse novo estudo, a conclusão foi: trabalho em grupo é a melhor maneira de resolve problemas. Quando os empregados, de forma individual, trazem seu conhecimento e habilidades para os problemas organizacionais, mesmo a maior dificuldade pode ser sanada.
Um dos autores do estudo, Bryan Bonner, afirma que “para grupos conseguirem obter sucesso, eles precisam explorar o conhecimento dos seus membros efetivamente”.
A pesquisa analisou como ambos os grupos e indivíduos responderam a difíceis questões. Entre elas estavam: qual a distância mínima (dirigindo) entre as cidades americanas Salt Lake e Nova York, e qual o peso do homem mais gordo do mundo.
“Isso não exige muito. Tudo o que tem a fazer é sentar com as pessoas por um tempo e pensar o que você já sabe sobre isso e como pode ajudar a encontrar a solução”, afirma Bonner. “As pessoas geralmente descobrem que sabem mais do que pensam. Elas podem não saber a reposta completa, mas sabem uma ou duas informações que pode ajudar o grupo a encontrar a solução”.
No fim, captar o que os indivíduos já sabem é a chave para resolver uma série de problemas. Desenvolver a habilidade de transferir conhecimentos antigos e aplicá-los em novos problemas, em conjunto com várias pessoas fazendo o mesmo, pode trazer a solução.
Aliás, no caso de você ainda estar em dúvida, o homem mais gordo do mundo chegou a pesar quase 600 quilogramas. [LiveScience]

Pessoas ansiosas têm olfato melhor


Quando um animal encontra um predador, seus sentidos “disparam”. Mas e as pessoas ansiosas? Será que essa sensação é um legado evolucionário de proteção contra ameaças? Se for o caso, as pessoas ansiosas podem ter um olfato melhor, presumidamente para detectar predadores ou portadores de doenças.
Os pesquisadores testaram repetidamente a percepção de odores, incluindo alguns ruins, de 14 homens. Em alguns testes, eles estavam fazendo ressonância magnética. Os participantes tinham que simplesmente dizer se conseguiam detectar um cheiro ou não.
Eles também passaram por testes de ansiedade: a condutividade elétrica e a respiração foram calculadas, como em um detector de mentiras. Cada um também classificou sua própria ansiedade em uma escala de 0 a 100.
No fim, aqueles que eram mais ansiosos foram significativamente melhores em detectar concentrações de odores, principalmente os ruins. Eles também se mostraram emocionalmente mais afetados quando estavam sentindo cheiros ruins.
Se estiver se sentindo particularmente ansioso, dê uma “cheirada” nas pessoas ao redor para descobrir a mais ameaçadora! [ScientificAmerican]

Belíssimas imagens do cérebro revelam simples conexões


Novas imagens do cérebro revelam um novo padrão de conexão entre as suas partes. Ao contrário da noção antiga, de fibras neurais transmitindo informações, como um “macarrão”, as novas imagens revelam padrões bidimensionais de fibras paralelas.
“O incrível é que as fibras neurais do cérebro forma uma rede 3D, e de forma muito simples”, afirma o líder do estudo, Van Wedeen.
A superfície do cérebro contém cerca de 40 bilhões de células nervosas, cada uma fazendo cerca de mil conexões, a partir de um padrão que os cientistas ainda precisam decifrar.
“O cérebro humano é a estrutura conhecida mais complexa do universo, e funciona a partir das células neurais se comunicando. Se nós não entendemos como elas decidem com quem conversar e como conversar, nós simplesmente não entendemos como o cérebro funciona”, afirma o cientista Marsel Mesulam, que não esteve envolvido no estudo das novas imagens.
“Analisando múltiplas espécies, descobrimos que esse padrão é substancialmente familiar”, afirma Wedeen. “Desde os primatas com cérebros pequenos até os com cérebros grandes, as regras são as mesmas, mas elas estavam são aplicadas com cada vez mais diversidade e mais camadas, mais complexas”.
Cérebro adaptável
As imagens desse padrão fazem sentido, já que o cérebro teve que se “reorganizar” tanto evolutivamente (para formar os nossos cérebros complexos de hoje) quanto durante sua vida “útil” (conforme crescemos e aprendemos mais coisas, por exemplo). Se a organização fosse caótica, ele não funcionaria adequadamente.
Em outras palavras, adaptar um cérebro organizado de maneira complexa para que a próxima geração pudesse sobreviver seria praticamente impossível.
Com uma estrutura organizada a partir de um padrão, a evolução pode facilmente acontecer a partir do que era antes – adicionando sistemas mais complexos.
Wedeen planeja expandir o mapeamento do cérebro humano com ainda mais detalhes. Também é importante compreender a relação entre as estruturas e as funções cerebrais, pois isso pode ajudar a ciência a entender quando algo dá errado no desenvolvimento do órgão.
“Digamos que alguém chegue para você e fale: ‘meu filho de dois anos não me olha nos olhos’. Isso seria um indício de algum mal ou apenas uma diferença individual? Com o mapeamento do cérebro, você saberia por onde começar”, finaliza Wedeen. [LiveScience]

Esportes transformam o seu cérebro


Você já assistiu a uma corrida de patinação no gelo? É uma modalidade em que cinco ou seis patinadores dão voltas em uma curta pista oval, todos ao mesmo tempo, fazendo curvas a altíssimas velocidades. Uma pesquisa, feita por médicos sul-coreanos, mostra que praticantes de um esporte como esse sofrem alterações no cérebro para adquirir habilidades como controle e equilíbrio.
Os cientistas, da Universidade de Medicina da Coreia, em Seul, recrutaram 16 patinadores profissionais do país e 18 cidadãos comuns, que não fazem atividades físicas regularmente. Todos tiveram seus cerebelos (apêndice do encéfalo responsável por coordenação motora e controle dos movimentos) analisados por ressonância magnética.
Um cerebelo é dividido em dois hemisférios – direito e esquerdo -, além da parte central, chamada de “vermis”. Um exame das imagens cerebrais dos voluntários da pesquisa mostrou que, no cerebelo dos patinadores, o hemisfério direito e os lóbulos centrais que o ligam ao esquerdo tendem a ser maiores do que em não patinadores.
A razão pela qual apenas o lado direito do cerebelo é maior é simples: nas provas de patinação, os atletas percorrem a pista no sentido anti-horário. Isso quer dizer que devem fazer todas as suas curvas em alta velocidade para o lado esquerdo. Dessa forma, precisam manter o equilíbrio sobre o eixo do corpo com o pé oposto, o direito.
A perna direita e a zona direita do cerebelo cuidam juntas do equilíbrio. Além disso, a mesma zona direita está ligada a habilidades visuais mais apuradas, o que amplifica o potencial dos patinadores. A adaptação do cerebelo, em ambos os casos, ficou nítida para os pesquisadores. [ScienceDaily]

Quais exames inúteis seu médico está solicitando?


Às vezes, os médicos são os principais responsáveis por pedir exames ou sugerir tratamentos desnecessários. Para economizar tempo e dinheiro, nove grandes grupos médicos, cada qual de uma especialidade, elaboraram uma lista.
Nela constam cinco exames e/ou tratamentos que poderiam ser evitados, sem retirar qualquer benefício médico dos pacientes. A iniciativa foi uma ideia de Howard Brody.
Depois de meses de análises por parte de comitês de especialistas, as nove primeiras especialidades a terem suas listas estabelecidas foram cardiologia, cardiologia nuclear, oncologia, radiologia, nefrologia, gastroenterologia, medicina de família, medicina geral e alergologia.
A importância dessas listas reside no fato de que tratamentos desnecessários podem acarretar péssimas consequências para a saúde do paciente, que, por exemplo, é exposto em excesso à radiação ou toma remédios além da conta.
Confira as listas!

Alergologia
  • Exames de imunoglobulina G (IgG) e uma bateria indiscriminada de testes de imunoglobulina E (IgE) devem ser evitados.
  • Não peça tomografia computadorizada da cavidade nasal e não prescreva antibióticos para rinossinusite aguda sem complicações.
  • Não faça testes diários de diagnóstico em pacientes com urticária crônica.
  • Em casos de infecção, não recomende a reposição de imunoglobulina, a menos que haja resposta dos anticorpos às vacinas terapêuticas.
  • Não diagnostique asma sem fazer espirometria.
Medicina de família
  • Caso sinta dores nas costas, não faça raio-X da região nas primeiras seis semanas, a menos que existam fatores de risco.
  • Não prescreva antibióticos para sinusite fraca ou moderada, a não ser que os sintomas durem sete dias ou mais, ou a menos que os sintomas piorem depois de uma pequena melhora clínica.
  • Não faça absorciometria de raios-X de dupla energia para casos de osteoporose em mulheres abaixo de 65 anos ou em homens abaixo de 70, sem fatores de risco.
  • Não peça eletrocardiogramas anualmente ou qualquer outro exame cardíaco para pacientes com baixo risco e sem sintomas.
  • Não faça o teste de Papanicolau em mulheres que tenham menos de 21 anos ou em mulheres que fizeram histerectomia por doenças não relacionadas a cânceres.
Cardiologia
  • Não faça exames cardíacos que possam ser estressantes ou não invasivos na avaliação inicial de pacientes sem sintomas cardíacos, a não ser que existam fatores de alto risco.
  • Não realize exames cardíacos que possam ser estressantes ou não invasivos em pacientes assintomáticos.
  • Não faça exames cardíacos que possam ser estressantes ou não invasivos, como uma avaliação de pré-operatório, em pacientes programados para passar por cirurgias não cardíacas de baixo risco.
  • Não faça ecocardiogramas como se fosse um exame de rotina para doenças assintomáticas de válvula nativa em pacientes adultos com nenhuma mudança dos sintomas.
  • Não faça colocação de stent de lesões não culprit durante angioplastia coronária para enfartos estáveis e sem complicações do tipo STEMI.
Medicina geral
  • Não realize eletrocardiograma em indivíduos assintomáticos e com baixo risco para doenças coronárias.
  • Não faça exames de imagens em pacientes com dores lombares não específicas.
  • Na avaliação de síncope simples (desmaio) e na avaliação neurológica normal, não realize tomografias computadorizadas ou ressonância magnética.
  • Em pacientes com baixa probabilidade de tromboembolismo venoso, obtenha a medida de D-dímero como um teste de diagnóstico inicial; não faça imagens computadorizadas como parte desse diagnóstico inicial.
  • Não realize radiografias pré-operatórias do peito na ausência de suspeita clínica de patologia intratoráxica.
Radiologia
  • Não faça exames computadorizados para dores de cabeça simples.
  • Não realize exames computadorizados para suspeita de embolia pulmonar sem probabilidade moderada ou alta (pré testada).
  • Evite raios-X do peito para pré-operatórios para pacientes ambulatoriais com histórico clínico e exames físicos normais.
  • Não faça tomografia computadorizada para avaliar suspeitas de apendicite em crianças até que o ultrassom seja considerado uma opção.
  • Não recomende exames computadorizados para cistos anexiais sem maiores perigos clínicos.
Gastroenterologia
  • Para tratamento farmacológico de pacientes com refluxo gastroesofágico, a terapia de supressão ácida deveria ser administrada na menor dose necessária, para atingir os objetivos terapêuticos.
  • Não repita imageamento para câncer colorretal (seja qual for o método) por 10 anos, depois de uma colonoscopia de alta qualidade ter dado negativo em indivíduos que tenham o fator de risco da idade.
  • Não repita colonoscopia por pelo menos cinco anos para pacientes que tenham um ou dois pólipos adenomatosos pequenos (menor que 1 centímetro), sem displasia.
  • Para o paciente que é diagnosticado com o esôfago de Barrett e que já fez duas endoscopias, que confirmam a ausência de displasia na biópsia, um exame de vigilância posterior não precisa ser feito em um período menor que três anos.
  • Para um paciente com síndrome da dor abdominal funcional, a tomografia computadorizada não deve ser repetida, a menos que haja mudança no quadro clínico.
Oncologia clínica
  • Não utilize terapias direcionadas ao câncer para pacientes com tumores sólidos e com as seguintes características: status de desempenho baixo (3 ou 4), nenhuma melhora de intervenções anteriores, não elegíveis para interferência cirúrgica e sem evidências clínicas de que tratamentos contra a doença poderão funcionar.
  • Não faça tomografia computadorizada, tomografia emissora de pósitron ou scan de radionuclídeo dos ossos, em níveis iniciais de câncer de próstata, com baixo risco de metástase.
  • Não faça tomografia computadorizada, tomografia emissora de pósitron ou scan de radionuclídeo dos ossos, em níveis iniciais de câncer de mama, com baixo risco de metástase.
  • Não realize testes com biomarcadores ou imageamentos para indivíduos assintomáticos, que trataram câncer de mama com terapia curativa.
  • Não use estimuladores das células brancas para prevenção primária ou neutropenia febril para pacientes com menos de 20% de risco de complicações.
Nefrologia
  • Não realize imageamentos rotineiros para detectar câncer em pacientes dialisados, que tem expectativas de vida limitadas sem qualquer sinal ou sintoma.
  • Não administre agentes estimulantes de eritropoiesis em pacientes com doença renal crônica, em que os níveis de hemoglobina sejam maiores ou iguais a 10g/L e que não tenham sintomas de anemia.
  • Evite drogas anti-inflamatórias não esteroidais em indivíduos com hipertensão e outras doenças cardíacas.
  • Não coloque cateteres centrais de inserção periférica em pacientes com doença renal crônica (do estágio III ao V), sem consultar um nefrologista.
  • Não inicie diálise crônica sem se assegurar que a decisão foi tomada em conjunto pelo paciente, sua família e seus médicos.
Cardiologia nuclear
  • Não faça imageamentos cardíacos ou angioplastia coronária em pacientes sem sintomas cardíacos, a não ser que tenham fatores de alto risco.
  • Não faça imageamentos cardíacos para pacientes com baixo risco.
  • Não realize imageamentos de radionuclídeos como parte de exames de rotina em pacientes assintomáticos.
  • Não faça imageamentos cardíacos, como avaliação pré-operatória, em pacientes que passarão por cirurgias não cardíacas de risco baixo ou intermediário.
  • Use métodos para reduzir a exposição à radiação em imageamentos cardíacos sempre que possível. [TheNewYorkTimes]